Category: Galeria Multimídia

Contos e Crônicas

Contos e Crônicas

Contos e crônicas de grandes autores da literatura brasileira e mundial, narrados como pontes de encontro e de paz. Uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz.

Neste episódio, o poema "Canto ao Homem do Povo Charlie Chaplin", de Carlos Drummond de Andrade, homenageia o vagabundo genial do cinema mudo como voz dos abandonados, dos simples e dos oprimidos — um canto à humanidade que todos partilhamos. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, "Construção", de Chico Buarque, acompanha o operário que sobe a obra "como se fosse máquina" até tombar na rua, seguida de "Deus lhe Pague" — retrato agudo da dignidade e do abandono do trabalhador. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, a crônica "A Descoberta do Mundo", de Clarice Lispector, revisita a passagem da infância à adolescência e o espanto diante dos mistérios da vida, com a delicadeza que só a literatura sabe oferecer. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, o conto "Olhos d'Água", de Conceição Evaristo, segue uma filha que tenta lembrar a cor dos olhos da mãe e reencontra, na memória, a fome, o afeto e a força das mulheres negras. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, "Os Sonhos de Helena", de Eduardo Galeano, abre as portas do país onde os sonhos são sonhados — um convite poético à imaginação e ao encontro. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, o "Poema em Linha Reta", de Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa), ironiza os "campeões em tudo" e reivindica a humanidade dos que erram, tropeçam e se reconhecem falhos. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, um trecho de "Cem Anos de Solidão", de Gabriel García Márquez, narra o enigma de Remédios, a Bela, e sua ascensão — o realismo mágico no seu ponto mais luminoso. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, um trecho de "Infância", de Graciliano Ramos, reconstrói as primeiras memórias do escritor entre a seca, os medos e as descobertas de um pequeno mundo. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, os versos satíricos de Gregório de Matos, o "Boca do Inferno", expõem com ironia mordaz as contradições do juízo humano — em que toda virtude vira defeito aos olhos alheios. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, um trecho de "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa, traz a reflexão de Riobaldo sobre o bem, o mal, a fé e a escolha — no sertão que é o mundo e está dentro da gente. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, o conto "Onde há Amor, Deus ali Está", de Liev Tolstói, acompanha o sapateiro Martin e a promessa de uma visita divina que se revela no cuidado com o próximo. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, trechos de "Meditação sobre o Tietê", de Mário de Andrade, seguem o rio que corta a cidade e o poeta — entre a dor, a memória e o destino. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, o conto "Nas Águas do Tempo", de Mia Couto, narra as travessias de um menino e seu avô até o lago proibido, onde a fronteira entre a água e a terra — e entre os mundos — se desfaz. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.
Neste episódio, a crônica "Coisas Antigas", de Rubem Braga, celebra o guarda-chuva e a cadeira de balanço como pequenos refúgios de permanência num mundo que não para de mudar. Contos e Crônicas é uma série do projeto Cultura de Paz — Artes pela Paz, do Instituto Casa Comum e Multitude Projetos Sociais e Culturais, realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do termo de fomento 975.9225, junto ao Ministério da Cultura — Governo Federal.

Cultura de Paz

Cultura de Paz

Um mestre atira uma pedra n'água e explica: a paz não é a ausência da pedra, é a capacidade da água de reencontrar seu equilíbrio depois do movimento. Uma parábola sobre como construir a paz em meio aos conflitos que a vida inevitavelmente traz.
A Comunicação Não Violenta, método criado por Marshall Rosenberg, é apresentada como abordagem vital para a cultura de paz. Mais que uma técnica de fala, é uma conexão de coração — escuta ativa, empatia e ausência de julgamento como caminho para transformar conflitos em entendimento.
Da educação às políticas públicas, dos diálogos inter-religiosos à justiça restaurativa: este episódio percorre as muitas formas de fazer a paz, no cotidiano e nas grandes ações globais. Fazer é o caminho, criar é o caminho, a paz é o caminho.
Um sábio é procurado por uma mãe que quer que seu filho pare de comer açúcar. Ele pede quinze dias — porque também precisava deixar o hábito antes de aconselhar. A parábola ensina que a cultura de paz começa por sermos, nós mesmos, aquilo que desejamos ver no mundo.
Um breve convite a pensar a palavra como ação: criar a paz exige vontade e começa nos pequenos gestos do cotidiano, muito antes de se tornar transformação coletiva.
No ano 2000, proclamado pela ONU como o Ano Internacional da Cultura de Paz, ganhadores do prêmio Nobel lançaram um manifesto que reuniu 75 milhões de assinaturas ao redor do mundo. O episódio apresenta os seis compromissos essenciais desse chamado — da não violência ativa à solidariedade com participação das mulheres.
Em 2008 o Equador, e em 2010 a Bolívia, reconheceram a natureza como sujeito de direitos, inspirados na cosmovisão indígena do bem-viver. Este episódio conecta direitos humanos e direitos da natureza como faces da mesma justiça, essenciais para a plena realização da cultura de paz.
E se, em vez do ser humano, colocássemos a vida no centro? O episódio questiona a natureza como recurso a serviço do mercado e propõe harmonia entre humanos e todas as espécies — a cultura de paz como bússola que orienta os povos em tempos de mudança.
Da guerra à cultura de paz: uma travessia histórica que mostra como valores humanos, atitudes éticas e comportamentos solidários substituem a lógica da força. Um chamado para uma nova visão coletiva, unida ao redor de um só mundo.
Uma sociedade em harmonia consigo, com os outros e com a natureza: água, terra e ar puros, trabalho digno, saberes ancestrais dialogando com a ciência. O episódio contrasta o mundo do mal-viver que conhecemos com a possibilidade concreta do bem-viver, lembrando que não há caminho para a paz — a paz é o caminho.

Filosofia de Paz

Filosofia de Paz

A cultura de paz não vem por decreto nem por espada: nasce no gesto simples de quem cuida do jardim do mundo. Cada palavra de sol, cada mão estendida, cada escuta verdadeira é semente no solo ferido. Um convite a ser jardineiro da esperança — enfrentar o que é injusto e transformá-lo em algo bom, belo e justo para todos.
Paz não é ausência de conflito, mas presença de justiça — ternura organizada e coragem coletiva. Evocando a "banalidade do mal" de Hannah Arendt, o episódio recusa a falsa paz do silêncio cúmplice: a paz verdadeira incomoda porque se ergue contra toda injustiça, sem reproduzir o ódio. Paz não é indiferença.
Criar coletivamente é reconhecer-se no outro — e onde há reconhecimento, não há inimigo a destruir. O episódio celebra a cultura viva que abre frestas na violência: transforma medo em dança e silêncio em canção. O teatro na praça, o mural no muro, a poesia na esquina — quando o povo cria junto, toda cultura viva se torna cultura de paz.
A paz não vive apenas nos discursos: ela mora na esquina, na saudação simples e na gentileza que Profeta Gentileza escreveu nos muros. Um lembrete de que a paz mundial começa no nível local — no vizinho, no cotidiano, nos pequenos gestos. Paz é território vivido, vizinhança que se reconhece, mutirão, roda e abraço.
Escolas deveriam ser jardins onde germinam mundos que ainda não existem. Inspirado em Paulo Freire, o episódio mostra que educar para a paz não é impor silêncio, mas aprender a escutar e transformar o conflito em conversa — para que a sala de aula deixe de ser trincheira e a escola vire jardim.
Toda guerra começa pela palavra — e pela palavra também pode terminar. Este episódio explora a comunicação não violenta como a arte de dizer sem atacar, ouvir sem julgar e pedir sem exigir. Palavras podem gerar espinhos ou flores; na filosofia de paz, a palavra não é arma, é jardim.
Tekoa Porã, o modo bom de viver na casa comum, segundo os povos guarani. Se a Terra é nossa mãe e todos os seres são parentes, guerrear com a natureza é guerrear consigo mesmo. Um convite a escutar o tempo da semente e reconhecer que somos parte da Terra, não donos dela.
Quando a obediência produz dor e nega a humanidade, desobedecer se torna um ato de amor. Este episódio discute a não violência ativa como força lúcida — recusar a injustiça sem ódio, com coragem e coerência entre o sentir, o pensar e o agir.
Inspirado na filosofia africana do Ubuntu — "eu sou porque nós somos" — o episódio mostra que a humanidade só se realiza em relação com o outro. A partir do processo de reconciliação pós-apartheid na África do Sul, reflete sobre perdão, justiça restaurativa e cura coletiva.
Não há paz no mundo sem paz no peito. Este episódio explora o corpo como primeiro território de reconciliação, e como pacificar as guerras internas — medos, culpas, desejos — é o caminho para uma paz verdadeira e duradoura, inspirada no bem-viver dos povos ameríndios.
Uma reflexão sobre o silêncio como origem da paz. Antes de falar, escutar; antes de agir, sentir. O episódio convida a repensar a escuta como gesto radical de acolhimento ao outro, e mostra como o silêncio fértil é o solo de onde nasce a filosofia de paz.


Philosophia (Versão Libras)

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Será que você sabe o que é a realidade? Se você não quer ser ferramenta de manipulação, confira esse vídeo da série “Philosophia”!
Se você gosta de observar e analisar, poderia construir as bases da filosofia e da ciência com Aristóteles. Saiba mais nesse vídeo da série “Philosophia”!
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Ei, você sabia que a filosofia, como um modo de compreender o mundo, data desde o século VI a.C? Entenda mais sobre a origem desta área do saber neste #Shorts #libras

Outros Vídeos

Vídeos

 

Agentes Jovens Guardiões do Patrimônio Cultural | Instituto Casa Comum Descrição: São Jovens, entre 15 e 25 anos, de diferentes realidades socioculturais, preparados para atuarem em suas comunidades locais, na Pastoral da Cultura da Arquidiocese de Belo Horizonte, com formação para exercer a cultura cidadã, a cultura do encontro, a cultura da paz e empreender na área cultural, social e do Turismo, com foco em Conservação Preventiva do Patrimônio Cultural.
Encontro de Jovens em Roma Descrição: Com o objetivo de capacitar multiplicadores para as Jornadas da Cidadania, em abril de 2018 foi realizado um encontro mundial de jovens na cidade do Vaticano, junto ao programa Scholas Occurrentes. Coube ao Instituto Casa Comum a seleção e envio de três jovens brasileiros, todos da zona leste de São Paulo.
Encontro Virtual de jovens brasileiros com Papa Francisco Descrição: Em 9 de junho de 2017, aconteceu um encontro do Papa Francisco com jovens de oito países, por meio virtual. Coube ao Instituto Casa Comum a seleção dos jovens brasileiros, que participaram da teleconferência em sala virtual da empresa Google, em São Paulo. Ao todo foram oito estudantes (três do colégio Santa Maria, três do projeto SOL, zona sul de SP e dois jovens com síndrome de down, pelo Instituto Olga Kos). O tema foi exclusão e individualismo.

PhiloSophia (Versão em Libras)

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PhiloSophia

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Nhemoá

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